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HostGator Nunca Mais! Saiba Quando Pular Fora da Hospedagem Compartilhada de Sites

Todo mundo que inicia um blog, projeto ou negócio on-line cedo ou tarde enfrenta algumas dessas dúvidas:

  • Como e onde eu registro um domínio?
  • Onde devo hospedar meu site ou blog?
  • Quanto vai custar?
  • E se der problemas, a quem eu posso recorrer?

Eu já passei por tudo isso e neste post eu vou te contar:
… as decisões que tomei
… os erros e acertos que cometi
… e as principais lições que eu aprendi!

Com isso eu espero te ajudar a também tomar as melhores decisões e se safar de algumas ARMADILHAS que eu caí.

E de quebra você ainda vai aprender um pouco sobre:

  1. Registro de Domínio
  2. Hospedagem Gratuita
  3. Hospedagem Compartilhada
  4. Servidor Virtual Privado (VPS)
  5. Servidor Dedicado

(Ah… segure sua curiosidade que já já você vai saber conhecer a minha história de AMOR e ÓDIO com a HostGator!)

 

1. REGISTRO DE DOMÍNIO

Eu já tinha alguns blogs desde 2006, mas eu não tinha meu domínio próprio (era tudo no blogspot.com) e não entendia BULHUFAS de Marketing Digital.

Um domínio é o seu NOME NA INTERNET. É como você será encontrado.

No final de janeiro de 2014 eu já tinha decidido que iria registrar o Marketing4Nerds.com, então eu precisava saber ONDE POSSO REGISTRAR O DOMÍNIO?

Descobri que pra domínios .com (ou .net, .org., .me e tantos outros….), a escolha não é tão simples assim. Existem DEZENAS de sites na internet que fazem registro de domínio.

Na época eu cheguei ao internet.bs, que tinha o melhor preço que encontrei, e foi lá que registrei o Marketing4Nerds.com.

Só mais tarde eu fui perceber que Godaddy e Namecheap são bastante populares, só que até agora estou satisfeito com o InternetBS e por isso não mudei.

Só tem um porém: é tudo em inglês. Se o idioma é um problema pra você sugiro que vá de Godaddy.

Também descobri que domínios .com.br devem ser registrados no registro.br por R$30,00/ano. Já fiz isso para outros sites como o CopywritingDiretoAoPonto.com.br e OceanoAzulSummit.com.br. O processo é bem simples e fácil.

Registro+Hospedagem

Tem algumas hospedagens como UOLHost ou Locaweb que fornecem o registro de um domínio junto como o processo de contratação de hospedagem. Eu confesso que prefiro não ficar amarrado a nenhum provedor, então prefiro registrar os domínios direto no registro.br. Se você é daqueles clientes fiéis que nunca se separa, pode considerar fazer tudo junto com sua hospedagem.

 

2. HOSPEDAGEM GRATUITA

Como todo bom Nerd que se preza eu primeiro tentei arranjar uma hospedagem gratuita.

Rodei, rodei até chegar na Hostinger. Cheguei a criar a conta e hospedar por um ou dois meses.

Eles tem um painel de controle bem legalzinho e fácil de usar, mas a minha experiencia foi SOFRÍVEL.

Subi um blog WordPress que de vez em quando saia do ar… do nada!

A performance de acesso oscilava e em geral era muito lenta.

Se você está apenas na fase de teste, fuçando, aprendendo… pode até ser uma boa, mas a minha conclusão foi:

HOSPEDAGEM GRATUITA NÃO VALE A PENA.

Ponto.

 

3. HOSPEDAGEM COMPARTILHADA

Eu cheguei a pagar um plano baratinho da Hostinger (R$12/mês) por 2 ou 3 meses, mas no período eles mudaram algumas configurações de servidor, fiquei com sites fora do ar (na época eu também tava cuidando do site do meu irmão, o marketingpoliticodigital.com), enfim… também não fiquei satisfeito (nem com a hospedagem paga!).

Fui pesquisar servidores baratos e mais conhecidos e confiáveis…

Procurando por “hospedagem de sites” no Google vi que UOL, HostGator e Locaweb são os primeiros.

Optei pelo mais barato e fui de HostGator. Em abril de 2014 eu contratei o “Plano M” que dá direito a domínios ilimitados em um SERVIDOR COMPARTILHADO por R$14,99/mês.

Na época eu não parei pra entender exatamente o que significava SERVIDOR COMPARTILHADO, o que me custaria caro um tempo depois…

ENTENDENDO A HOSPEDAGEM COMPARTILHADA

hospedagem-compartilhada

Hospedagem de site em servidor compartilhado é como um pequeno apartamento em um Flat

A hospedagem compartilhada é como se você morasse de aluguel num pequeno apartamento de um flat.

Você tem um espaço só seu e alguns serviços incluídos (por exemplo, uma faxineira 2 vezes por semana), mas isso não te dá o direito de fazer uma festa para 200 pessoas num quarto que só permite 8.

Você não pode deixar o alto de madrugada, nem ficar treinando saxofone no domingo de manhã, incomodando os vizinhos.

É de se esperar que o porteiro ou o síndico venha reclamar com você. E se você insistir nas violações pode ser multado ou até expulso do local 🙁

Acho que você já entendeu a comparação, né?

Num provedor esse negócio de “sites ilimitados” na prática não é bem assim. Você compartilha um servidor com dezenas de outros sites.

Se você invadir o espaço delas, será penalizado com advertências, suspensão temporária de conta ou até bloqueio definitivo da sua conta.

E tem o risco do contrário, algum dos outros sites se excede e degrada a performance do seu site.

Só que você não tem como reclamar pra ninguém, já que “o síndico” é o seu provedor.

E ele tem total autonomia pra fazer o que quiser, enquanto você tem o direito de ficar calado 🙁

No começo, quando você ainda tem poucos visitantes, poucos clientes, esses planos atendem direitinho.

Agora, se você tiver alguns picos de tráfego isso pode fazer com que você estoure o seu limite de consumo de processamento (CPU) ou memória, e isso vai afetar o ambiente dos seus “vizinhos” de máquina. Vai deixar TUDO lento.

Meu Dilema com a HostGator

Durante quase 2 anos fiquei tranquilo e satisfeito com a Hospedagem na HostGator, e já tinha mais de 15 sites próprios e de parceiros hospedados.

Nesse período eu cheguei a quase 3.500 contatos na lista do Marketing4Nerds e uma média de 11.000 visualizações de páginas únicos / mês ao blog (picos de 23.000 e 30.000).

Muitas vezes eu percebia o acesso ao blog meio lento, porém ainda na categoria aceitável.

Às vezes na criação/edição de páginas no WordPress eu também sentia o bichinho meio lerdo, mas fui levando…

Até que um amigo meu, Lucas, hospedou na minha conta um novo projeto chamado CircuitHair.com.br, um programa gratuito de tratamento capilar para mulheres.

Eis que um dia uma blogueira contratada publicou um vídeo no YouTube e…. BOOOMMMMM!!!

Deu um pico de acesso que suspendeu temporariamente minha conta. Recebi o aviso da HostGator por e-mail.

Eles explicaram o motivo e pediram para que fossem feitas otimizações no site para evitar um novo consumo excessivo de CPU.

Até ai, tudo dentro do script.

Lucas agiu prontamente para migrar o site dele para a Amazon. Em menos de 4 horas o CircuitHair já não estava mais hospedado na HostGator.

Respondi o e-mail da HostGator dizendo isso.

E aí começou minha saga.

Eles não responderam nada sobre meu e-mail em 24 horas.

A única forma de falar com eles é num Chat. Precisei fazer contatos diários no chat pedindo urgência e eles, sempre muito educados, NUNCA RESOLVIAM NADA.

Simplesmente pediam pra esperar mais 24h dizendo que tinham solicitado prioridade no atendimento.

Até reclamação na Ouvidoria eu registrei. E nunca recebi nenhum retorno.

Resultado: Fiquei 5 dias com meus sites fora do ar. Tive que criar um plano B (subi em outro servidor uma cópia do club.marketing4nerds.com, que é o site que meus alunos usam para acessar os cursos do Marketing4Nerds).

Até que me dei por vencido. Criei uma conta na Bluehost, que é o provedor recomendado pelo site WordPress.com para hospedagem de blogs WordPress.

E comecei a fazer a (trabalhosa) migração dos meus sites para lá.

Era uma 6a-feira à noite quando me deu aquele estalo e resolvi entrar no chat mais uma vez.

Finalmente pareceu uma boa alma chamado Cristiano C. que desta vez resolveu rapidinho.

M.I.L.A.G.R.E.!

Meus sites voltaram pro ar e eu ainda não tinha migrado tudo para a Bluehost.

Como eu tinha me preocupado mais com os alunos, o marketing4nerds.com ficou 5 dias fora do ar.

A partir desse atendimento milagroso de Cristiano eu confesso que relaxei. Apesar de firme na decisão de sair da HostGator, eu diminuí o ritmo das migrações.

Não é que dentro de 15 dias A MINHA CONTA FOI BLOQUEADA DE NOVO?!?!

Dessa vez foi por causa de outro site meu, o OptimizePressLabs.com.br.

Eu ofereci o acesso ao meu ambiente WordPress+OptimizePress aos alunos do Expresso Marketing Digital e a do Lançamento Digital na Prática (somando tudo dá quase 400 pessoas).

Parece que vários deles resolveram acessar o OptimizepressLabs na mesma noite, o que degradou bastante a velocidade do site (eu também estava acessando nesta hora. Estava sofrível!!!).

Foi então que eu percebi o ÓBVIO:
“Não adianta eu sair de uma hospedagem compartilhada na HostGator e migrar para outra na BlueHost. Cedo ou tarde eu vou passar pelo mesmo problema! Minhas iniciativas on-line cresceram, preciso de uma solução mais profissional! Preciso levar o Marketing4Nerds a outro nível!”

Lá fui eu para o Google novamente, pesquisar sobre que outras alternativas eu teria além do servidor compartilhado.

Praticamente existem apenas outras  duas: Um Servidor Virtual Privado (Virtual Private Server – VPS) ou um Servidor Dedicado.

 

4. SERVIDOR VPS

servidor-vps

Um Servidor VPS é como morar numa casa padrão em um condomínio fechado

Você lembra que a hospedagem compartilhada é como se você morasse de aluguel num quarto de um flat, né?

Pois bem, um Servidor Virtual Privado é como se você fosse proprietário de uma casa em um condomínio fechado, onde todas as casas seguem um mesmo padrão.

Ou seja, você não tem a liberdade de fazer a sua casa como quiser, nem de mudar a fachada, nem de colocar o som nas alturas.

Mas você tem um quintal próprio e pode fazer um churrasco com seus amigos independente dos seus vizinhos. Um não invade a área do outro.

No servidor VPS você tem uma máquina virtual que ocupa uma máquina física, só que você tem mais recursos (processamento, memória, disco) reservados para você. E você tem acesso ao “seu” sistema operacional, dentro da “sua” máquina virtual.

Ainda assim você precisa respeitar alguns limites, mas seu grau de liberdade é bem superior ao da Hospedagem Compartilhada.

Por essa razão esse tipo de hospedagem é um pouco mais cara do que a compartilhada.

Ela também normalmente exige um conhecimento técnico maior, porque você passa a ter maior controle sobre os recursos disponíveis.

Se você não manja tecnicamente, vai precisar contratar alguém para configurar e manter o seu VPS pra você.

Eu fiquei balançado em comprar um VPS, porque queria ter uma “máquina melhor” para o Marketing4Nerds, mas apesar de ser um nerd confesso eu nunca gostei dessa parte de administração de máquinas ou de redes. Meu negócio sempre foi programar softwares.

Todos esses provedores que eu já citei (Hostgator, Bluehost, Uolhost, Locaweb, Godaddy) também tem planos VPS.

Lembrei que um colega meu de trabalho já usa e gosta muito da Linode.com, que realmente tem bons preços (VPS começando em 10 dólares/mês, com 2 GB de Memória RAM e 20 GB de armazenamento SSD – que é muito mais rápido do que um disco magnético convencional).

Compare por exemplo com o plano básico de R$26,90 da UOLHost, que te dá apenas 256MB de RAM e 10 GB de espaço). A gente tem muito mais máquina pagando apenas um pouquinho a mais por mês 😛

Antes de tomar uma decisão, eu resolvi pedi “arrego” a um grande amigo, Rafael Marconi, que é fera nesses assuntos.

Ele me sugeriu dar um passo ainda maior e partir para um SERVIDOR DEDICADO.

 

5. SERVIDOR DEDICADO

servidor-dedicado

Em um servidor dedicado você constrói a casa dos seus sonhos (se tiver dinheiro e tempo 🙂

Agora você já sabe que a hospedagem compartilhada é um “Quarto em um Flat”, e que o Servidor VPS é uma “Casa Padrão em um Condomínio Fechado”.

O servidor dedicado é como se você comprasse um belo terreno e pudesse construir a sua casa do jeito que quiser!

Você vai montar e executar o projeto sua casa dos seus sonhos, com piscina, churrasqueira, quadra da squash, sala de jogos, home theater, salão gourmet, enfim,… tudo o que tiver dentro do seu desejo e orçamento.

Em um servidor dedicado você compra o acesso a uma máquina física. Instala nela o sistema operacional que quiser (dentre uma gama de opções oferecidas).

O tipo do processador e a quantidade de núcleos (cores), memória e disco são as variáveis que mais influenciam no valor que você vai pagar.

Marconi me falou de um provedor gringo que eu não conhecia, a Kimsufi. Ele já tem uma máquina dedicada lá há uns 2 anos e me falou muito bem.

Eu comparei os planos de VPS (que iniciam por inacreditáveis US$3,49 dólares) com os planos de máquina dedicada.

Na KimSufi é preciso contratar uma máquina dedicada a partir de, acredite, 6 dólares(!) e por US$11 já oferecem máquina com 4GB de RAM, o mínimo que Rafael me indicou.

Na OVH você consegue máquinas dedicadas mais parrudas (o que eles chamam de ENTERPRISE DEDICATED SERVERS) a partir de US$69.

No Brasil eu não pesquisei muito, mas é notório que os preços de servidores dedicados aqui ainda são BEEEM SALGADOS!

Vi servidores dedicados na Hostgator a partir de R$450/mês, na Godaddy a partir de R$319/mês e na Locaweb o preço mínimo que encontrei foi de R$1.110,00. Tô fora 🙁

 

QUAL FOI A MINHA DECISÃO FINAL

Considerando que:

  • Não quero mais enfrentar os mesmos perrengues que tive com a HostGator.
  • Meus sites devem carregar cada vez mais rápido, oferecer uma ótima experiencia aos meus visitantes e rankear bem nas buscas do Google
  • Meus alunos merecem um serviço muito melhor

Eu resolvi arrebentar a boca do balão e peguei uma maquina com 8 cores e 16GB de RAM por US$28/mês na KimSufi.

Só minha 😀

 

RESUMINDO, O QUE EU APRENDI COM TUDO ISSO

Vou colocar aqui as 7 lições principais para que você evite cair nas mesmas armadilhas que eu.

1. Hospedagem gratuita nem pensar!

A não ser que você esteja só pesquisando ou testando alguma coisa com o objetivo de aprender, fuja das hospedagens gratuitas.

Você e os visitantes do seu site vão passar raiva, não é legal começar um site, blog ou negócio on-line com o pé-esquerdo.

2. Servidor Compartilhado está OK para começar, mas fique atento!

Não se preocupe apenas com o preço. O SUPORTE é muito importante.

E se você espera ter grandes picos de acesso (como pode acontecer no Lançamento de produtos), é melhor você já pensar em uma solução mais robusta como um VPS ou Servidor Dedicado.

Não espere o serviço de um hotel 5 estrelas pagando o preço de um albergue!

Agora você já entende que uma hospedagem compartilhada é sempre UMA HOSPEDAGEM COMPARTILHADA,

Dê uma conferida no Reclame Aqui e veja a reputação do provedores que você está pensando em usar.

Cuidados com a HostGator

Eu passei quase 2 anos adorando a HostGator, porque nunca havia precisado do suporte deles.

Quando tive a minha conta bloqueada, fui me dar conta que o Chat era o único meio de acesso. Nada de telefone. Nada de e-mail.

Os atendentes do chat em geral são muito educados e não é difícil falar com eles, mas o grau de autonomia deles para problemas técnicos é QUASE NULO, pelo menos nos cerca de 10 contatos que fiz com eles nas duas vezes que tive meus sites fora do ar.

Da primeira vez levei 5 dias com minha conta suspensa. Da segunda vez, foram 4 dias.

Se você optar pela HostGator e acontecer uma suspensão temporária, sugiro que você siga os seguintes passos:

  1. Responda imediatamente o e-mail informando o seu endereço IP (no acionamento que você recebeu vai ter instruções sobre isso) e pedindo o desbloqueio automático da conta. Eles dizem que vão liberar esse IP para que você possa fazer ajustes e otimizações em suas páginas. Mesmo que você não precise (como foi o meu caso, que simplesmente transferi os sites que deram pico de acesso para outro servidor), todas as vezes eu tive que explicar a mesma coisa. Pra evitar essa ladainha, simplesmente siga as instruções deles e informe seu IP. E bola pra frente.
  2. Espere 15 a 30 minutos e entre no chat. Pergunte ao atendente se a sua resposta foi recebida (da primeira vez que minha conta foi suspensa, apenas no 3o dia um atendente veio me dizer que minha resposta não tinha chegado). Ao final da conversa no chat você pode receber a transcrição de toda a conversa no seu e-mail. Faça isso e guarde, pois isso pode ser útil caso você queria acionar a Ouvidoria (boa sorte! eu acionei eles e nunca tive retorno algum) ou o Reclame Aqui!
  3. Evite responder várias vezes o e-mail que você recebeu quando a sua conta foi suspensa, pois os atendentes me disseram que toda vez que a gente faz isso é gerado um novo ticket e voltamos para o final da fila. E aí eles pedem “mais 24 horas de prazo”. Insuportável.

3. Faça Backups!

Até acontecer esses episódios de bloqueio de conta que te contei eu não me preocupava com backups.

Na hora da urgência eu tive que entrar no CPanel do Hostgator (o painel administrativo, que fica disponível mesmo quando o acesso aos sites é suspenso), e fazer o download dos bancos de dados MySQL de cada um dos meus blogs WordPress.

Também tive que compactar em um arquivo .ZIP as pastas completas dos meus sites.

Com essas pastas completas em um .ZIP e os arquivos (também .ZIP) dos bancos MySQL eu fui capaz de subir rapidamente meus site em outro provedor (inicialmente a BlueHost, agora na Kimsufi).

Procure saber do seu provedor como é o sistema de backup deles.

4. Mantenha seu DNS na CloudFlare

De uma forma simplificada o DNS é uma máquina que resolve nomes na internet.

Exemplificando: Quando alguém digita http://marketing4nerds.com no browser, a seguinte pergunta é enviada para a internet: “Aonde estão as páginas do marketing4nerds.com?”

É o DNS que responde: “Opa, as páginas do Marketing4Nerds estão lá na HostGator no endereço tal, pode ir lá pegar!”.

Por isso é que quando você registra um domínio (no registro.br ou godaddy.com, por exemplo), uma das configurações que você tem que fazer é dizer quais são os servidores DNS (normalmente são dois).

A minha recomendação (na verdade, foi Rafael que me ensinou isso) é que você crie uma conta gratuita na CloudFlare.com e informe o nome do seu domínio.

O CloudFlare vai te dar as instruções sobre como configurar seu DNS lá no seu registro de domínio.

Uma das maiores vantagens de ter todos os seus DNS estão apontando para a CloudFlare é que você pode facilmente trocar a sua hospedagem de local.

Além disso ele faz caching, compactação, um bocado de coisa que vai tornar mais rápido o carregamento das páginas no seu site!

5. Monitore suas estatísticas

É importante você acompanhar as estatísticas de acesso ao seu site, para isso uma das ferramentas mais comuns é o Google Analytics.

Você pode acompanhar todo o histórico de acesso, páginas mais visitadas, e inclusive ver o número visitantes em tempo real.

Outra coisa que você pode fazer é checar a velocidade de carregamento do seu site. Ironicamente achei um post da HostGator que indica 5 ferramentas gratuitas para testar a velocidade de carregamento do seu site.

6. Servidor VPS ou Dedicado dá trabalho técnico!

Não adianta eu te entregar uma Ferrari se você não sabe dirigir.

Um servidor VPS ou dedicado precisa de gente capaz de instalar e configurar seu ambiente.

Se você manja tecnicamente ou tem alguém pra cuidar disso pra você, tá de boa.

Do contrário, se você procurar uma solução na internet vai achar pelo menos 3 alternativas:

Antes que você me pergunte, eu não presto esse tipo de serviço. Nem meu amigo Rafael Marconi.

Eu tenho um aluno, Evandro Silva, que faz isso. É a única pessoa que eu posso indicar. Aqui o site dele, o Criarte Blogs 🙂

7. Comece pequeno, pense grande, cresça rápido

Essa é uma frase que tirei do livro Nunca Procure Um Emprego.

Em se tratando de negócios em geral, na internet, não é diferente, é importante a gente evitar custos fixos altos, principalmente antes de ter uma receita constante e recorrente.

A não ser que você tenha uma bom dinheiro guardado ou algum investidor, em geral quem está começando tem poucos recursos pra investir.

Em negócios digitais você não vai escapar de gastar uma graninha com registro de domínio e hospedagem.

Também vai precisar de uma ferramenta de e-mail marketing (recomendo a e-Goi, que tem um plano gratuito “Pague com Amor” para até 5001 contatos, ou a MailChimp, que é grátis até 2500 contatos, só que sem ter a funcionalidade de envios de sequencia automatizada de e-mails).

Se você fizer investimentos em tráfego pago (Facebook Ads, Google Adwords, postagens patrocinadas), ou se conseguir rankear bem nas buscas do Google e trazer um bom tráfego orgânico, pode ser que aumente rapidamente:

  • a quantidade de acessos ao seu site ou blog
  • a quantidade de leads em sua lista de e-mails
  • a quantidade de clientes que já compraram algo de você

À medida que seus resultados melhoram você também vai precisar aumentar seus custos.

Procure fazer escolhas pensando em médio-longo prazo, pois existe um custo se você resolver ficar toda hora pulando de galho-em-galho. Sucesso 🙂

Espero que este post tenha te ajudado a entender um pouco melhor todo esse TECNIQUÊS envolvido no início de empreendimentos digitais.

Se tiver qualquer dúvida, sugestão (ou elogio!), deixe seu comentário mais abaixo e ficarei feliz em responder!

 

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Serge Rehem
 

Sou analista de sistemas e fundador do Marketing4Nerds e Escola Bitcoins, apaixonado por aprender, praticar e disseminar conhecimentos de formas simples, objetiva, didática e sincera. Diferente de muitos "gurus" por aí, não acredito nem vendo o sonho de "ganhar dinheiro fácil até dormindo". Gosto ensinar coisas complicadas de um jeito simples, para que todo mundo entenda.